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"[...] ele ficou por longos segundos olhando para os lábios inchados... para os contornos do rosto... para os olhos que se mantinham baixos, recusando-se a encará-lo. Finalmente, Hank quebrou o silêncio. Inclinou-se para perto dela e disse ainda baixinho, exatamente em seu ouvido:
Fica... de quatro! – ordenou, deixando um bafejo de hálito quente reverberar por todo o corpo dela.
Juliet respirou fundo. Mordeu o lábio, fechou os olhos com força. Como era possível sentir aquela explosão de desejo?! Como era possível aquele homem provocar nela um tesão tão avassalador, tão intenso, tão profundo?!
Ela se debatia com as dúvidas. Contemplava as expectativas que seu corpo alimentava, completamente chocada com suas reações. Estava tão envolvida com a percepção de si mesma, que não atendeu de imediato a ordem de Hank. Ele precisou repetir. E bastou aquilo para que ela sentisse um rio fino de volúpia escorrer por entre as pernas:
Não vou gritar, Doutora. − Hank insistiu, sem erguer um timbre que fosse da voz. − Eu te dei uma ordem e espero que você a cumpra.
Juliet obedeceu. Pernas trêmulas, coração aos pulos, levantou-se, vergou os joelhos sobre a cama e apoiou-se nos antebraços."

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